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Fisiatra do CREB fala sobre novas descobertas da causa da fibromialgia

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Cientistas começam a encontrar evidências para um provável agente causador da fibromialgia: a neuroinflamação.

Um quadro composto por dores difusas pelo corpo, fadiga, insônia, sono não-restaurador e dificuldade de concentração aponta, quando juntos, para o diagnóstico de fibromialgia. Os especialistas ainda têm muito a aprender sobre a causa dessa doença, mas os cientistas estão começando a encontrar evidências que indicam para um provável agente causador: a neuroinflamação ou inflamação no cérebro.

Neuroinflamação

  • Pessoas com diagnóstico de fibromialgia demonstram ter uma maior sensibilidade à dor. Elas têm, de fato, uma reação maior que o normal no que se refere a sensações dolorosas. Muitas vezes, estas pessoas sentem dor em resposta a sensações (como calor ou frio) que outras pessoas normalmente não sentem. Estamos começando a entender a fibromialgia e podemos dizer que é uma doença do processamento da dor – explica o fisiatra Antônio D’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Cientistas realizaram um estudo para avaliar as causas de fibromialgia e a suspeita dessa doença ser causada por uma neuroinflamação, utilizando exames de PETscan para estudar o cérebro de pessoas com diagnóstico desta doença. Eles encontraram a presença de inflamação generalizada em seus cérebros. Outros pesquisadores testaram o líquido espinhal de pessoas com fibromialgia e descobriram proteínas ligadas à neuroinflamação, porém as células cerebrais inflamadas não são as únicas culpadas. Também parece haver uma mudança no tamanho e na forma de certas áreas do cérebro e também há evidências de diferenças nas conexões do cérebro.


Como fugir das dores nas costas?

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De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 85% da população mundial tem, teve ou terá dores nas costas. É possível fugir das estatísticas? • Pequenos cuidados no dia a dia podem trazer uma melhor qualidade de vida e evitar dores na coluna. • As pe...

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 85% da população mundial tem, teve ou terá dores nas costas.

É possível fugir das estatísticas?

• Pequenos cuidados no dia a dia podem trazer uma melhor qualidade de vida e evitar dores na coluna.

• As pessoas têm trabalhos exaustivos e por longas jornadas. Uma pessoa que passa o dia inteiro sentado, diante de um computador, deve tomar alguns cuidados, como a cada hora se levantar, fazer uma pequena caminhada e realizar alongamentos dos braços e pernas.

• Ao menor sinal de dor, é preciso procurar um médico para não deixar o problema evoluir.

• Além do hábito da boa postura, a prática de caminhadas, exercícios de alongamento e as atividades esportivas são importantes para a prevenção de dores nas costas.


Cuidados essenciais para a qualidade de vida e prevenção de lesões ortopédicas em idosos

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Garantir a segurança e o bem-estar dos idosos é fundamental, especialmente quando se trata da prevenção de traumas ortopédicos.

No Dia Mundial da Conscientização Contra a Violência ao Idoso, celebrado em 15 de junho, é importante lembrar a importância desses cuidados.

Segundo ortopedistas do CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia, os traumas ortopédicos são lesões musculoesqueléticas resultantes de acidentes, que podem variar desde quedas simples até acidentes de alta gravidade, como colisões de trânsito. No caso dos idosos, o equilíbrio pode ser comprometido devido ao envelhecimento, resultando em instabilidade durante a locomoção e aumentando o risco de quedas e, consequentemente, lesões ortopédicas.

É importante destacar que idosos que sofrem fraturas podem desenvolver um medo de cair, o que pode levar a uma redução da atividade física e um declínio geral na saúde. Isso, por sua vez, aumenta o risco de quedas e lesões ortopédicas no futuro. Além disso, existem vários fatores de risco para quedas em idosos, como problemas de visão e audição, alterações na marcha, equilíbrio prejudicado, déficits cognitivos, uso de medicamentos, doenças degenerativas nas articulações e fraqueza muscular. Portanto, é essencial fornecer cuidados especiais e atenção aos idosos, a fim de prevenir quedas e lesões ortopédicas.

Como evitar traumas ortopédicos em idosos

Para evitar esses traumas, é fundamental criar um ambiente seguro para os idosos, incluindo uma boa iluminação e uma organização segura dos móveis em casa. Além disso, atividades educativas e conscientização sobre medidas preventivas podem ajudar a reduzir o número de idosos que sofrem lesões ortopédicas. É importante também avaliar a densidade óssea por meio da densitometria óssea, pois pacientes com osteoporose tendem a sofrer fraturas graves com o mínimo de trauma.

Vale ressaltar que o diagnóstico precoce é crucial para garantir um tratamento adequado e uma recuperação rápida, especialmente no caso de idosos. Portanto, é recomendado encaminhar os idosos a um ortopedista em caso de lesões ortopédicas ou quedas, para uma avaliação e tratamento adequados. Com medidas preventivas e cuidados apropriados, é possível reduzir significativamente o risco de traumas ortopédicos em idosos e melhorar sua qualidade de vida nessa fase da vida.



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